_129530.html"><span style="font-family:arial;">salários</span></a><span style="font-family:arial;">”, “PSP e GNR aumentados só nos postos mais baixos”… É que o castigo dos escravos, será um castigo de catraio: o fisco tem “ordem para penhorar televisões e consolas de jogos”, e para a cama sem sobremesa. Um povo sem televisão, PlayStation e pudim Boca Doce incendiará as ruas se a Polícia não lhe amochar o fósforo.<br />------------------------------------<br /><span style="color:#cc0000;">[1]</span> Satánico Pandemonium (</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Salma Hayek</span></a><span style="font-family:arial;">): “não vou sugar-te todo. Serás o meu escravo. Acho que não és digno do sangue humano. Vais alimentar-te do sangue de cães vadios. Serás o meu capacho e, quando eu mandar, lambes a merda no meu sapato. Já que vais ser o meu cão, vou chamar-te… Spot. Bem-vindo à escravidão”; ▪ Seth Grecko (George Clooney): “não obrigado. Já tenho mulher”, dispara e rebenta-a. Razor Charlie (Danny Trejo) anuncia-a no Titty Twister: “agora, para o vosso deleite, a amante do macabro. A personificação do mal. A mulher mais sinistra que já dançou na face da Terra (…). Curvem-se. Ajoelhem-se e venerem aos pés de a Satánico Pandemonium!”. Titty Twister, um clube no deserto “aberto do crepúsculo até de madrugada, hot carnitas, chicas calientes, nude dancing”, </span><a href="http://pop.freemarketforeveryone.com/Free/Market/For/Everyone/Barrack/Obama/l/Fast/High/szh/../about/company.html"><span style="font-family:arial;">Chet Pussy</span></a><span style="font-family:arial;"> (Cheech Marin) convida: “muito bem! … rata, rata, rata! Entrem amantes de rata! Aqui no Titty Twister cortámos a rata ao meio. Façam uma proposta à nossa melhor seleção de rata! É uma festa de rata! Temos rata branca, preta, espanhola e amarela. Temos rata quente e fria. Temos rata molhada e malcheirosa. Temos rata peluda e sangrenta. Temos rata comilona! Temos rata de seda, de veludo e de cabedal. Até temos rata de égua, de cadela e de galinha! Entrem. Querem rata? Entrem, amantes de rata. Se não temos, vocês não querem. Entrem. Amantes de rata”. No palco do Titty Twister, Tito and Tarantula: Tito Larriva, guitarrista e vocalista, Pete A. Tasanoff, saxofonista e Johnny Vatos Hernandez, baterista: “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">After Dark</span></a><span style="font-family:arial;">” ♫ “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/lt/Estatos_Unitos"><span style="font-family:arial;">Cucarachas Enojadas</span></a><span style="font-family:arial;">” ♫ “</span><a href="http://www.freemarketforeveryone.com/modules.php?name=Your_Account"><span style="font-family:arial;">Opening Boxes</span></a><span style="font-family:arial;">”. Do filme “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/it/"><span style="font-family:arial;">From Dusk Till Dawn</span></a><span style="font-family:arial;">” (1996) realizado por Robert Rodriguez e escrito por Quentin Tarantino. As sequelas de qualidade equivalente à matriz: “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">From Dusk Till Dawn 2: Texas Blood Money</span></a><span style="font-family:arial;">” (1999) e “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">From Dusk Till Dawn 3: The Hangman’s Daughter</span></a><span style="font-family:arial;">” (2000). – (</span><a href="http://forum.freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Titty Twister</span></a><span style="font-family:arial;"> é também um clube de <em>strip</em> em Jena, cidade recomendada por Schelling, ao seu amigo </span><a href="http://forum.freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Hegel</span></a><span style="font-family:arial;">, que em 1801, desenrasca um cargo de professor não remunerado na Universidade. Em 1086, paragrafava, virgulava e “pontofinalizava” a sua “Fenomenologia do espírito”, quando, ó certeza sensível! ó senhor! ó escravo! ó finito dissolve-te no infinito! Napoleão está <em>in town</em> para a batalha de Jena contra as tropas prussianas. Hegel colhe o general corso como um fruto maduro: “eu vi o imperador – essa alma do mundo – cavalgar pela cidade em missão de reconhecimento. É realmente uma sensação maravilhosa ver um tal indivíduo, que, concentrado aqui num único ponto, montado num cavalo, se estende pelo mundo inteiro e domina-o… este homem extraordinário, a quem é impossível não admirar”).<br /><span style="color:#cc0000;">[2]</span> </span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">D. Luís de Meneses</span></a><span style="font-family:arial;">, 3º conde da Ericeira, político, general de artilharia na Guerra da Restauração, historiador, conselheiro de reis, vedor da Fazenda, economista hábil, alcunhado o “Colbert português”, (Jean-Baptiste Colbert ministro das Finanças de Luís XIV). No final da Guerra da Restauração a economia portuguesa estava de rastos pela destruição do comércio do açúcar no Brasil. Meneses para reduzir as importações da Inglaterra, introduziu teares nas vilas da Covilhã, Fundão, Redondo e Portalegre. Estimula uma política de proteção das manufacturas portuguesas proibindo o uso de tecidos importados. (Os lanifícios ingleses circulam na candonga pois os portugueses não abdicam de um bom fato inglês). Fixa novas indústrias de cintos, vidro, chapéus, curtumes. Incentiva a plantação de amoreiras para a criação de bichos-da-seda… atirou-se da janela do seu palácio para o jardim. Morreu dececionado, a economia não obedecia aos seus esforços de empurrar Portugal para a frente. Ironicamente, quatro anos após a sua morte descobriu-se o ouro do Brasil. A economia enriqueceu. E os portugueses construíram igrejas, igrejas e algumas igrejas.<br /><span style="color:#cc0000;">[3]</span> Salazar, no mês de Maio de 1933, elogiava a mão-de-obra nacional: “meus amigos: eu que sou filho do povo, nascido na aldeia e acostumado a lidar de perto com os que trabalham, agradeço-vos as palavras rudes mas sinceras que me dirigistes. Trabalhai, operários, e lembrai-vos de que enquanto vós desenvolveis aqui a vossa atividade em prol da Pátria, eu vou reunindo no ministério das Finanças o dinheiro que é para o vosso pão e para o ressurgimento da Armada Nacional”, substitui-se “aldeia” por “universidade” e “Armada Nacional” por “consolidação orçamental”, ou nem sequer isso, e escutamo-lo ainda nas bocas de hoje.<br /><span style="color:#cc0000;">[4]</span> Um líder “seguido”. Cavaco Silva fala sobre o Orçamento de 2012, Tózé Seguro fala sobre Cavaco Silva falando sobre o Orçamento: “verifico com agrado que o sr. presidente da República tem estado atento e tem seguido as minhas declarações em relação ao Orçamento de Estado. O meu desejo é que o primeiro-ministro faça o mesmo”. Tózé já falara que as hipóteses de a sua liderança não aprovar o Orçamento eram 0,0001 %.<br /><span style="color:#cc0000;">[5]</span> Agora que os espectadores do </span><a href="http://pop.freemarketforeveryone.com/Free/Market/For/Everyone/Barrack/Obama/l/Fast/High/szh/../Customers/Notes.html"><span style="font-family:arial;">Zip-Zip</span></a><span style="font-family:arial;"> já morreram todos, ou esticarão o pernil durante o programa de ajustamento, o superior programa de TV nos últimos anos, uma série histórica, de uma ironia arrasadora, foi “O último a sair”. Onde, certas figuras da cultura portuguesa parodiavam a sua própria personagem pública. Luciana Abreu num fruti-trocadilho: “vou ter saudades de banana branca”, ou Roberto Leal numa inquirição do Insondável com </span><a href="http://freemarketforeveryone.com/it/"><span style="font-family:arial;">Bruno Nogueira</span></a><span style="font-family:arial;">: “dar asas a uma galinha é o mesmo que dar testículos a um Papa. Porque a galinha não pode voar e o Papa também não…”. </span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Luciana e Rui Unas</span></a><span style="font-family:arial;">, no <em>jacuzzi</em>, sobre técnicas para fingir orgasmos. – Os telespectadores da RTP tomaram a nuvem por </span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Nespresso</span></a><span style="font-family:arial;"> e “viram” um <em>reality show</em>, no que era apenas uma comédia, propositadamente realista, e choraram o dinheiro do imposto audiovisual. Bruno Nogueira: “eu lembro-me, quando acabei de gravar o pontapé que o Marco me deu, no dia a seguir, ele mostrou-me mensagens de colegas dele, fuzileiros … a dizer que se precisares nós rebentemos o gajo e não sei o quê”. (…). “O nosso primeiro objetivo, quando criámos o programa, era o mais colado à realidade possível e depois tivemos que começar a forçar a ficção para as pessoas perceberem, quer dizer, o óbvio”. O cagaço do dinheiro público dilapidado causou pavor nos espectadores, que não viram uma “representação teatral”, mas uma “realidade”. Tal como o terror da contaminação bacteriológica causara alucinações na população de Nova Iorque e Nova Jérsia, durante a emissão da “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Guerra dos mundos</span></a><span style="font-family:arial;">”. {}. No dia 30 de Outubro de 1938, a rede de rádio da CBS transmitia “</span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">A guerra dos mundos</span></a><span style="font-family:arial;">”, uma peça de teatro, retirada do livro de H. G. Wells: “o melhor teatro radiofónico da década de 1930 foi o </span><a href="http://mail.freemarketforeveryone.com/For/Free/Market/For/Everyone/Barrack/Obama/szh/search/quinceanera-dresses.html"><span style="font-family:arial;">Mercury Theatre on the Air</span></a><span style="font-family:arial;">, um espectáculo com a aclamada companhia dramática de Nova Iorque fundada por Orson Welles e John Houseman”. No início a peça simulava um relaxante sarau </span><a href="http://forum.freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">musical</span></a><span style="font-family:arial;"> (de uma banda falsa): “boa noite, senhoras e senhores. Da sala Meridian no hotel Park Plaza, em Nova Iorque, trazemos-lhes a música de Ramón Raquello e a sua orquestra. Com um toque espanhol, Ramón Raquello inicia com ‘La Cumpasita’”, quando o programa é interrompido com notícias de uma invasão de marcianos. Os ouvintes borram-se de medo e a histeria em massa origina pânico e delírio: sentiam-se sufocar pelos gases, viam as máquinas marcianas ou o fumo da batalha no horizonte. A brincadeira cessou com o pagamento de um par de sapatos pretos a um homem que gastara o dinheiro dos sapatos na fuga aos marcianos. As outras ações judiciais foram arquivadas. No Equador não foi assim tão barato. Em </span><a href="http://forum.freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Fevereiro de 1949</span></a><span style="font-family:arial;">, Leonardo Páez representa uma versão espanhola na Rádio Quito. Para ambiente, convence os seus patrões a publicar pequenas notícias no El Comercio sobre avistamentos de discos voadores, e no dia 12 abre a peça com um dos mais famosos conjuntos equatorianos da época, o Duo </span><a href="http://freemarketforeveryone.com/"><span style="font-family:arial;">Benítez y Valencia</span></a><span style="font-family:arial;"> (► o </span><a href="http://pop.freemarketforeveryone.com/Free/Market/For/Everyone/Barrack/Obama/l/Fast/High/szh/../news/news_2_15_1.html"><